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Dicas para viajar com os Pets

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Transportar cães e gatos em avião, ônibus ou carro exige algumas regras e, por isso, não se deve deixar o planejamento para a última hora.

Avião
Para as viagens aéreas, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) exige que cães e gatos tenham atestado de saúde emitido por veterinário vinculado ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). É indicado que o veterinário que já conhece o Pet faça essa avaliação, para atestar com certeza que o bichinho está bem para viajar.

Há diferenças entre a legislação nacional e a internacional. Em caso de viagens internacionais, o animal precisa seguir as normas de ambos os locais.

As opções de transporte dos pets variam em cada companhia aérea. A TAM permite que o animal viaje na cabine de passageiros, desde que o peso dele somado ao da caixa não ultrapasse os 10 kg. Já na American Airlines, em voos saindo ou com destino ao Brasil, pets viajam no compartimento de carga da aeronave.

namalaA caixa de transporte, uma exigência das companhias, deve ter tamanho suficiente para que o animal não fique impossibilitado de se mover e consiga ficar em pé ou deitado.

Quando há animais viajando como carga viva, o piloto precisa ser informado, para pressurizar o porão e deixá-lo com as mesmas condições de ventilação e temperatura da cabine de passageiros.

 

Ônibus
De acordo com a regulamentação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), a viagem de pets é permitida desde que eles estejam dentro do limite de peso estabelecido, sejam transportados em caixas apropriadas e não coloquem a si mesmos e aos demais passageiros em risco.

Porém, antes de comprar a passagem, é aconselhável consultar a empresa de ônibus responsável pelo trajeto, já que a regra pode variar de acordo com o estado. Nas viagens intermunicipais dentro de São Paulo, por exemplo, a Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) estabelece que o passageiro pode viajar com um animal de no máximo 8 kg, dentro da caixa de transporte. O dono deve portar um atestado sanitário emitido há, no máximo, três dias antes da viagem por um veterinário ligado ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.

O recipiente com o animal deve viajar na poltrona ao lado do dono, que precisa pagar pelo assento extra. Além disso, há o limite de dois animais em cada ônibus.

 

Carro
Mesmo sem as regras aplicadas às viagens de avião e ônibus, os veterinários aconselham que, no carro, o animal também fique dentro da caixa de transporte, para a segurança dos passageiros e dele próprio. Evitando assim que o motorista se distraia ou assuste com algum movimento do bichinho. Já em caso de acidente, o pet pode ficar machucado e até ser lançado para fora do veículo.

A caixa pode ficar no chão do carro ou em cima do banco, presa ao cinto de segurança. Outra opção de transporte são as cadeirinhas e cinto de segurança próprios para animais.

 

Dicas
Um dos motivos de maior tensão antes e durante a viagem é o comportamento do animal dentro da caixa de transporte. Para acostumar o pet a ficar dentro da caixa, é aconselhável que o dono coloque alguns brinquedos lá dentro, faça passeios curtos e até ofereça comida como recompensa.

Apesar da sedação ser evitada por causar efeitos colaterais indesejados, animais mais agitados podem fazer uso de medicação natural e homeopática, sempre sob prescrição do veterinário.

Já em relação à alimentação, o ideal é diminuir a quantidade de comida oferecida ao animal antes e durante a viagem para evitar vômito. Em viagens curtas, o dono deve oferecer alimento até duas horas antes do embarque. Já para distâncias maiores, em que o tempo ultrapasse oito horas, o animal deve fazer uma refeição leve pouco antes do embarque.

As viagens também podem deixar os animais extremamente agitados ou, por outro lado, sonolentos e cansados. Chegando ao destino final, é importante oferecer água e comida e ficar atento ao comportamento do pet, até que se normalize.

E claro, qualquer dúvida você deve consultar o veterinário do bichinho, assim fará uma viagem tranquila e sem transtornos!